quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Natureza Morta - Óleo em Tela (transparências)

Neste exercício, 2 coisas foram exploradas, uso de camadas densas de tintas e transparências. A execução de um modo geral apresenta grandes dificuldades e o ponto em que o Maurício mais focou foi na densidade da tinta principalmente nas pontos de valores mais altos (mais claros)dos pães. Por baixo uma camada densa de branco e depois camadas transparentes de tonalidades decrescentes afim de não perder a intensidade das cores. A simples mistura de branco iria provocar a perda de intensidade das cores. A manutenção do valor e intensidade se dá pelo retorno da luminosidade do branco através dos pigmentos transparentes. Outro uso da camada densa é que ela gera aquela irregularidade natural. Pra gerar ainda mais irregularidade, a dica do professor foi esfregar um pano (boneco) na tinta ainda úmida. Usei transparência também no recipiente de vidro, terra por cima do preto... gostei do resultado.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Natureza Morta - Óleo em papel

Este exercício tem um abordagem nova. Esta natureza morta do espanhol Joaquim Sorolla, tem como característica pinceladas largas e precisas e ricas em cores vibrantes. Vamos ver no que vai dar.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Natureza morta - Óleo sobre MDF


Finalizado em 18 de Novembro de 2008

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Natureza morta - Óleo sobre tela.

Este nova exercício, natureza morta em óleo em tela de 40 x 50, deverei trabalhar com valores mais baixos (mais escuro). Algumas frutas de cores intensas e outras em posições secundarias menos. Já fiz esse exercício antes em pastel. Neste estágio, ainda falta alguns detalhes para finalizar.

domingo, 24 de agosto de 2008

Natureza morta - pintura à oleo em MDF

Estrutura e base da pintura em vermelho em madeira. Este novo exercício é outra natureza morta, só que desta vez vou usar uma placa madeira MDF, tratada com uma camada de cola e 3 de gesso acrílico. Já senti que a coisa não vai ser nada fácil.
Executei a estrutura do desenho em vermelho, pois senti essa era a cor predominante nesta referência. O problema é o MDF que não segurar a tinta, o que torna difícil evitar a transparência e fixar a intensidade das cores. Menos medium (partes iguais de terebentina, oleo de linhaça e gotas de secante cobalto) um pouco mais de matéria que o usual está sendo necessário para conseguir a intensidade das cores.


02/09/08 - Como a foto referência estava meio lavada, troquei por outra cujas cores estão com maior intensidade. Por essas e outras, tratei de aumentar a intensidade das cores e também baixei os valores. Falta pouco.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Workshop Aquarela - Cárcamo

Entre as aulas de pintura à oléo, estou fazendo uma incursão a técnica de aquarela, com o artista chileno Gonzalo Cárcamo (muito bom!!!). Está sendo muito gostoso, pois a técnica, justamente explora demais a transparência, pouco utilizado (pelo menos por mim) no óleo. E também com muito útil, pois o artista transmite informações preciosas das "mancadinhas", que ele as duras penas aprendeu experimentando(é um autodidata). Abaixo meu primeiro exercício, que não achei mal, mas com certeza com muitos vícios da técnica do óleo. A meta é melhorar no próximo exercício. Quem quiser ter experiências com a técnica, clique no link acima para informações.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Grandes massas para depois ir para os planos menores.

Longe dos pincéis. De vez em quando damos uma parada, para avançarmos. Uma coisa que sempre nos foi dita é que a estrutura bem feita é fundamental, pois vai reduz as refações mais prá frente. Fizemos um exercicio onde procuramos colocar no papel em 3minutos, uma referencia fotográfica, a base do que seria a pintura. Não se busca a semelhança ou perfeccionismo. A pressão do tempo, faz com que deixemos pra trás detalhes e nos ocupemos do essencial de forma ordenada, referenciada e ao mesmo tempo solta. A ordem é olhar para as grandes massas para depois ir para os planos menores. A estrura do desenho sem detalhes e sem excessos, te dá liberdade para fazer correções com total desapego.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Pintura Óleo 6 - 2o post


Semana de folga no atelier, trabalho em casa foi dar um acabamento nas folhas com verdes, preto e violetas; acertar o valor (quantidade de luz incidindo no vaso)incluindo além do cinza inseri camada de terras e nápole.

Pintura Óleo 6 - 1o post

Este é um novo estudo baseado numa Natureza Morta de uma artistas preferidos do Mauricio, David Leifell. Poucos elementos, muito cinza, esverdeado e lilás. Algumas sutilezas, uma delas o valor do fundo de depende muito do elemento principal que é o vaso. Vamos se chegamos lá. A dica do professor foi acertar o valor o vaso para depois acertar o do fundo.

Pintura Óleo 5 - Natureza Morta em papel 30 x 42

Esta natureza morta também foi feita em papel com uma camada de "basecril" misturada com tinta óleo terra para quebrar o branco do fundo. O esboço foi executado com tinta dilupida em terebentina. Trabalho já finalizado, utilizando terras, Preto, Amarelho e Cinzas.

Pintura Óleo 4 - Natureza Morta em papel 30 x 42

domingo, 20 de julho de 2008

Pintura Óleo 3 - Natureza Morta

Pintura Óleo 3 - feito em papel 30cm x 42cm - com basecril
Já tinha feito esta pintura em pastel (Pastel x). Isto tira um pouco o temos de não coseguir chegar lá a contento. Outras ferramentas mas os fundamentos são parecidos. No pastel seco as paletas de cores tem centenas variações e na maioria dos casos se insere com cores prontas. Com tinta a óleo, trabalho com uma paleta restrita a vinte e poucas variações. No óleo as cores são mais intensas (cores + vivas) e tem mais brilho.

Pintura Óleo 2 - Natureza Morta

Pintura Óleo 1 - Natureza Morta em papel 30 x 42

2008 - estou iniciando uma nova fase e sempre é uma emoção diferente. Agora passo a trabalhar com tinta óleo. Uso uma marca italiana Maimeri que dizem tem qualidade e é mais barata. Estou usando papel texturizado, 30% fibra de algodão com camadas de resina "Basecril" para impermeabilizar, proteger o papel, além ajudar o pincel deslizar sobre a superfície. Foi menos traumático que pensava. Veja como ficou o primeiro exercício.

Pastel Seco 21